População de Novo Progresso está sem poder usar telefone há mais de uma semana..
Funcionando apenas a televisão (via Satélite) e o rádio.
As operadoras de telefonia fixa e móvel, que operam no município de Novo Progresso estão deixando a desejar e os moradores da cidade de Novo Progresso , que fica cerca de 400 km de Itaituba no sudoeste do estado do Pará ,estão sem comunicação com o resto do mundo por mais de uma semana.
O serviço de telefonia fixa da empresa OI é deficiente e as fiações na maioria do tempo esta jogada ao chão, bairros ficam isolados e a linha sem sinal (muda).
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Ao reclamar nunca é atendida com eficiência, quase todo dia tem um setor que não funciona, devido rompimento de cabos que aconteceu com frequência por estarem baixos e caminhões enroscam e arrancam ao chão e o concerto é lendo tem casos que demora mais de 30 dias sem solução. Quando o usuário procura um orelhão para ligação a decepção é maior, é difícil encontrar um funcionando!
As duas operadoras de telefonia Celular no município, Tim ,Claro, são deficientes, a Tim permanece com problemas, fica na maioria do tempo sem sinal e quando isto acontece os clientes migram para Claro, mesmo com sinal ninguém consegue completar ligação, o congestionamento na operadora Claro impede que o cliente complete a ligação.
As reclamações são pela lentidão e pela da falta de interesse em solucionar o problema, o caos na telefonia publica em Novo Progresso já virou caso de policia, mesmo com ações na justiça e com varias sentenças de indenizações a favor dos clientes a empresa Tim evita de resolver e parece não se importar com as indenizações pagas sem solucionar os problemas.
O pior - Por incrível que pareça, nenhuma autoridade da cidade, o prefeito, ou algum vereador, parecem se importar com os problemas da falta de comunicação do município. Enquanto isto os clientes ficam na mercê de que alguma outra operadora venha com equipamentos modernos e instale coisa melhor para nossos munícipes que vivem momentos de angustia com a falta de comunicação tanto de telefonia como de internet.
Fonte: Jornal Folha do Progresso
Funcionando apenas a televisão (via Satélite) e o rádio.
As operadoras de telefonia fixa e móvel, que operam no município de Novo Progresso estão deixando a desejar e os moradores da cidade de Novo Progresso , que fica cerca de 400 km de Itaituba no sudoeste do estado do Pará ,estão sem comunicação com o resto do mundo por mais de uma semana.
O serviço de telefonia fixa da empresa OI é deficiente e as fiações na maioria do tempo esta jogada ao chão, bairros ficam isolados e a linha sem sinal (muda).
Ao reclamar nunca é atendida com eficiência, quase todo dia tem um setor que não funciona, devido rompimento de cabos que aconteceu com frequência por estarem baixos e caminhões enroscam e arrancam ao chão e o concerto é lendo tem casos que demora mais de 30 dias sem solução. Quando o usuário procura um orelhão para ligação a decepção é maior, é difícil encontrar um funcionando!
As duas operadoras de telefonia Celular no município, Tim ,Claro, são deficientes, a Tim permanece com problemas, fica na maioria do tempo sem sinal e quando isto acontece os clientes migram para Claro, mesmo com sinal ninguém consegue completar ligação, o congestionamento na operadora Claro impede que o cliente complete a ligação.
As reclamações são pela lentidão e pela da falta de interesse em solucionar o problema, o caos na telefonia publica em Novo Progresso já virou caso de policia, mesmo com ações na justiça e com varias sentenças de indenizações a favor dos clientes a empresa Tim evita de resolver e parece não se importar com as indenizações pagas sem solucionar os problemas.
O pior - Por incrível que pareça, nenhuma autoridade da cidade, o prefeito, ou algum vereador, parecem se importar com os problemas da falta de comunicação do município. Enquanto isto os clientes ficam na mercê de que alguma outra operadora venha com equipamentos modernos e instale coisa melhor para nossos munícipes que vivem momentos de angustia com a falta de comunicação tanto de telefonia como de internet.
Fonte: Jornal Folha do Progresso
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